Pois é e eu pensando esta só
Postado por Caiotava de olheira na net e achei interessante este post muito bom e sempre vinha dizendo: que bom não esta sozinho nas opiniões
Crer ou Não Crer?
Publicado por Expediente
em 21 de agosto, 2009
Por Paulo Madeira *
A Criação do Homem, de Michelangelo (1475-1563)
Conforme o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em números bem arredondados, vivem no Brasil uns dez milhões de adultos ateus e uns cem milhões de crentes.
E como, todavia, todos são inteligentes, homo sapiens que são, é forçoso concluir que a inteligência de um dos dois grupos estará sofrendo algum bloqueio ou interferência.
Em princípio, se a inteligência fosse dádiva divina (como se acredita desde o Gênesis) ela levaria a todos ao mesmo porto, à mesma conclusão. E, neste caso, seria, obrigatoriamente, à conclusão de que DEUS EXISTE (já que Ele seria o (existente!) presenteador da referida dádiva).
Mas, sem agredir a lógica, é admissível pensar-se também que a aptidão de pensar NÃO TENHA SIDO PRESENTE DE UM DEUS, mas que tenha sido UMA RESULTANTE DA EVOLUÇÃO (a evolução que ocorreu no cérebro de um certo hominídeo, o que ficou erectus, habilis e sapiens).
Sagrada Família, de Michelangelo
É razoável (por ser inteligível) pensar-se, ainda, que foi exercitando essa inteligência nem divina nem espiritual, mas NATURAL (já que ela é biológica), que os filósofos começaram a formular OUTRAS conclusões.
E, veja só o que eles foram arranjar. Uma delas é duvidativa… É a conclusão de que estes sapiens que nós somos temos a capacidade de IMAGINAR, de INVENTAR, mas nem por isso, ou talvez justamente por isso, NÃO podemos GARANTIR que a existência de um deus seja um fato.
A maioria das pessoas não gosta de gastar inteligência com especulações. E os pobres dos animais não têm essa escolha a fazer. E, não tendo, não sofrem inquietações e dúvidas filosóficas… Nem poderiam, coitados, uma vez que o potencial de que dispõem para pensar é muito restrito, não chega aos pés do tão bom que os humanos apresentam (mas nem sempre usam…) Suas motivações limitam-se à luta pela sobrevivência, obedientes tão somente aos bitolados instintos, não produzindo pensamentos que se aproveitem…, discernimentos, encadeamentos lógicos etc.
E os humanos? Ah, estes não têm esta desculpa, porque podem olhar em volta, interpretar, inteligir, entender e decidir. E ficarem diante de duas possibilidades: CRER ou NÃO CRER.
* Paulo Madeira,
filósofo e cronista,
é autor dos livros
Incertas Certezas
e Crenças Incríveis.
www.thesaurus.com.br
design a la portuga
Postado por Caioachei uma figura d mais hauuhauhauha boa design bem pra puxar o saco dela diana portela
parente meu? sei la ams tamos nessa interessantwe o geito aiaia
kkkkkkk
gente boa bem pra contribuir mando o link
http://penapeuga.blogspot.com/2009/06/projecto-09.html
minha maça favorita
Postado por Caioninca gostei da apple desde o inicio mas pelo seu diferencial de marca e luxo e estilo nerd
acabou me convencendo
steve jobs e marketeiro puro e robusto!
o dobro pela metade do preço!
mas acabei indo alen seu produto final cut studio e bem melhor q o premiere ^~
e tipo nesta cidade talvez faça sucesso pela simplicidade e revolta dos mals profissionais daqui ^^
Compaixão
Todos nós precisamos de alguém algum dia. Por mais independente, dura, egoísta ou anti-social que a pessoa tenha se tornado na idade adulta, seja lá por qual razão, certamente esse mesmo adulto, hoje infeliz, já foi feliz um dia, quando criança. Já sentiu o amor de alguém. Já sentiu o carinho e a compaixão de outro ser humano, provavelmente a mãe ou o pai, que, por horas a fio, no meio da noite, carregou no colo, embalou e consolou o choro da criança assustada que adormeceu na calma do abraço seguro.
Muitas vezes não nos damos conta da importância de uma palavra de consolo, uma lembrança, um telefonema, uma palavra de motivação. Já notou que algumas vezes acordamos pensando em uma pessoa, alguém que não vemos há muito tempo? Passamos o dia lembrando desse amigo, com vontade de ligar para matar a saudade, colocar o assunto em dia, ou simplesmente perguntar: “tudo bem contigo?”. É como se “alguém” estivesse nos dizendo alguma coisa. Porém, muitas vezes os afazeres da nossa rotina, ou o medo de ser interpretado como “esotérico”, nos impedem de fazer aquela ligação.
Por outro lado, você já pensou que realmente aquela pessoa poderia estar precisando de sua ajuda, de uma palavra amiga, precisando “exatamente” de você como única e última esperança em um momento difícil da vida...e você não estava lá, não ligou?
Não tenha medo de parecer “esotérico”, “ultra-sensível”, ou qualquer coisa assim. Com certeza, isso não vai prejudicar a sua vida. Mas a sua omissão pode ser questão de vida e morte para alguém. Assim, ouça os seus instintos, siga seu coração, tenha compaixão!
Muita gente confunde compaixão com pena. Contudo, essas são coisas muito diferentes.
Pena é um sentimento sem ação, normalmente acompanhado de um sentimento de superioridade. Uma sensação de tristeza que surge ao testemunharmos o sofrimento de outras pessoas. Porém, não permitimos ligação, não tomamos qualquer providência sobre as causas daquele sofrimento. Não ajudamos, não oferecemos ajuda, nem sequer uma prece. Simplesmente viramos as costas com um gosto amargo na boca, com um certo alívio pela nossa “superioridade”, ou com medo de que aquilo poderia um dia acontecer conosco.
Procuramos esquecer o assunto e voltamos ao que estávamos fazendo no nosso dia-a-dia.
Compaixão é compartilhar a dor e fazer alguma coisa. Testemunhar o sofrimento de outra pessoa e colocar-se ao seu lado, oferecer ajuda, uma palavra, uma prece, um abraço. Estar junto, como ser humano.
Lembro-me de uma história que ouvi sobre dois recém-nascidos, um casal de gêmeos. Após o nascimento prematuro, um dos bebês estava forte e saudável. O outro, a menina, estava fraca e correndo sério risco de não sobreviver a mais um dia. Seus sinais de vida na incubadora da UTI estavam cada vez mais pálidos e irregulares. Assistindo à sua luta pela vida se esvair e sem ter mais o que fazer, uma enfermeira seguiu o seu coração e resolveu colocar os dois bebês na mesma incubadora. Depois de algum tempo juntos, coincidência ou não, o movimento do bebê saudável resultou em um abraço carinhoso em sua irmã, já quase sem vida. E assim ficaram os dois, abraçados por longas horas. De modo quase mágico, e maravilhoso, os sinais vitais da menina começaram a melhorar. Ela começou a responder ao tratamento e recuperou as forças. Hoje os dois são crianças saudáveis, brincando e sonhando com um futuro cheio de felicidade. Os jornais da época estamparam na primeira página a foto “do abraço que salva”, “do abraço da vida”, “do abraço da compaixão”.
Portanto, que nós também tenhamos compaixão. Que possamos lembrar, e nunca esquecer, daquele sentimento bom que já nasceu dentro de nós e que a frieza da vida adulta muitas vezes transforma em “pena”.
Lembre-se de que todos nós temos problemas. Muitas vezes colocamos o foco e damos tanta importância ao nosso problema que, ao dedicarmos nossa atenção total a ele, o transformamos em um gigante de sete cabeças cuspindo fogo pelas ventas. Nesse momento, em especial, é importante confiarmos em uma força muito maior que qualquer problema e que irá vencer nossas batalhas por nós. É importante dedicarmos algum tempo para compartilhar e ajudar nos problemas de outras pessoas.
Assim, você verá seus problemas por uma perspectiva diferente. Perceberá seu tamanho real.
Tenha certeza de que todos os sentimentos ruins associados ao seu problema irão se transformar, através da compaixão, em um sentimento de próposito e felicidade.